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Saúde

Novas regras para doação de sangue: veja o que mudou e quem pode doar

Novos critérios para doação de sangue reduzem períodos de espera em algumas situações e ampliam a possibilidade de doação para diferentes grupos. Entenda as principais mudanças.

31 de julho de 2026 · Por Ação Comunicativa

Pessoa realizando doação de sangue em ambiente hospitalar.

As regras para doação de sangue no Brasil foram atualizadas. A revisão mexe em períodos de espera e em critérios de elegibilidade que, na prática, definem quem pode doar e quando.

A mudança interessa tanto a quem doa com frequência quanto a quem deixou de doar por causa de um procedimento estético, de uma cirurgia ou de um tratamento de saúde.

O que mudou?

De forma resumida, a atualização revisa prazos de espera que antes eram mais longos e reorganiza os critérios usados na triagem clínica dos candidatos à doação.

  • Redução de períodos de espera em determinadas situações
  • Revisão de critérios ligados a procedimentos médicos e estéticos
  • Atualização das condições clínicas avaliadas na triagem
  • Possibilidade de doação para alguns grupos antes impedidos

Menos tempo de espera em algumas situações

Tatuagem, piercing e maquiagem definitiva estão entre os procedimentos com prazos revisados. O tempo necessário até a próxima doação passa a depender das condições em que o procedimento foi realizado e da comprovação de segurança do estabelecimento.

Na prática, quem antes precisava aguardar um período longo pode se tornar apto mais cedo, desde que a avaliação da triagem confirme as condições exigidas.

Outras situações que tiveram os critérios revisados

  • Cirurgia bariátrica
  • Determinados procedimentos médicos e cirúrgicos
  • Níveis de ferro e reposição hormonal
  • Uso de alguns medicamentos e condições clínicas previstas na regulamentação

E quem teve câncer?

A regulamentação prevê a possibilidade de doação para parte das pessoas que concluíram o tratamento oncológico, estão em remissão e não apresentam doença ativa.

Existem exceções: determinados tipos de câncer seguem impedindo a doação, e todos os casos dependem de avaliação individual no serviço de hemoterapia.

A decisão final continua sendo da equipe de saúde

Enquadrar-se em uma condição prevista não significa aptidão automática para doar.

A triagem clínica avalia o histórico de saúde, o momento atual do candidato e os exames aplicáveis. É a equipe do serviço de hemoterapia que confirma, caso a caso, se a doação pode ser feita.

Por que as regras mudaram?

A revisão acompanha o avanço científico e a maior precisão dos exames usados para identificar infecções transmissíveis pelo sangue, o que permite ajustar prazos sem reduzir a segurança do receptor.

Informações práticas

Quem tem dúvida sobre a própria situação deve consultar o serviço de hemoterapia mais próximo, que informa os critérios vigentes e realiza a avaliação necessária.

  • Saúde

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