
O número que mostra uma transformação
86%
Casos em estágio avançado no início do programa
~20%
Casos em estágio avançado atualmente
A queda indica que a doença passou a ser identificada mais cedo, quando as chances de tratamento são maiores.
O Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico do Hospital Amaral Carvalho completa três décadas em Jaú. A mudança nesse indicador é o retrato mais direto do que a prevenção contínua pode fazer.
Como tudo começou
O programa nasceu da constatação de que a maior parte das mulheres chegava ao hospital já com a doença avançada. A resposta foi organizar rastreamento, exames periódicos e acompanhamento das pacientes.
Levar a prevenção até as mulheres
Em vez de esperar a procura espontânea, o programa passou a ir ao encontro do público, ampliando o acesso com o posto itinerante e com ações em diferentes pontos da região.
A estratégia reduz barreiras conhecidas: distância, dificuldade de deslocamento e falta de informação.
80 mil mulheres cadastradas
80 mil
Mulheres cadastradas no programa
O cadastro permite acompanhar exames, retornos e casos que exigem investigação adicional.
O impacto aparece também na mortalidade
Diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo estão diretamente ligados à redução da mortalidade pelo câncer do colo do útero na região atendida.
Prevenção também é acolhimento
Medo, vergonha e falta de informação afastam muitas mulheres do exame preventivo. Por isso, o trabalho envolve orientação, escuta e acompanhamento após o resultado.
Trinta anos depois
A continuidade é o que sustenta o resultado. Manter rastreamento, acesso e acompanhamento é o que impede que o cenário volte a ser o de três décadas atrás.
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